2 de out. de 2011

PROJETO DE COMBATE AO BULLYING - Jovens Construindo a Cidadania Escola Estadual Jornalista David Nasser


Jovens Construindo a Cidadania Escola David Nasser - Projeto de Combate ao Bullying


Unidos para um único propósito.

Oi galera, aqui está toda a turma do JCC:
Com alunos de todas as séries, o Projeto conta com o apoio de todos

Por: Kayam Mendes カヤンs.

Agradecemos a todos, que de alguma forma ajudaram o JCC em todas suas ações na escola.

Em parceria com o Jovens Construindo a Cidadania (JCC) e o Proerd o Jogador Ewerthon visitou algumas escolas no Jardim Ângela







Postado por Ewerthon em 06/05/2010 19:45

Um dia diferente
Fala pessoal,

Na semana passada fui convidado para apoiar o PROERD, um projeto da polícia militar de São Paulo, na região do Jardim Ângela e Capão Redondo, uma das áreas mais violentas da cidade.

Deu pra ver que o pessoal da PM está fazendo um trabalho bem legal com as crianças dessa região para prevenção as drogas e a violência. Mostrando que há um outro caminho, o do estudo, do esporte, que pode ser muito mais promissor.

Eu visitei dois colégios da região e pude ver que é um trabalho sério e que está trazendo resultados. Passei uma mensagem para as crianças e foi muito emocionante ver o sorriso no rosto deles, ver que de alguma forma eu participei de um momento diferente e legal na vida deles.

Agradeço ao pessoal da polícia militar de São Paulo por essa oportunidade que com certeza foi um dos momentos mais emocionantes que tive depois que voltei a morar no Brasil.
Um abraço a todos,
Ewerthon


Comentários (3):

Em 7/05/2010, às 11:51:43, Gilberto L. Castro disse:
Ewerthon, parabéns pelo seu trabalho e por dedicar parte do seu tempo para fazer coisa para pessoas que precisam! grande abraço!


Em 11/06/2010, às 16:41:41, Alencastro disse:
Pô negrão, no palmeira, tua case é o timao com a saida do dentinho.
Ah e vai sonhando com a seleção...


Em 26/07/2010, às 00:08:40, Lucas disse:
Parabéns aew cara!!!
Continua assim e tbm nessa crescente no Verdão mano.. Com Felipão agora é tudo nosso!!




Policiais instrutores do Proerd do 37°BPM/M Capão Redondo Jardim Ângela e Campo Limpo realizam a campanha do desarmamento infantil

11/04/2011 08h08 - Atualizado em 11/04/2011 08h24


Campanha de desarmamento infantil recolhe armas de brinquedo

Crianças poderão trocá-las por gibis nas escolas e em bases da PM em SP.
Objetivo é conscientizar famílias sobre os riscos da violência.

Desarmamento Infantil Capão Redondo e Jadim Ângela

“Elas [as armas de brinquedo] trazem um símbolo de violência, e o nosso objetivo é fazer com que as crianças e também os adultos saibam dos problemas trazidos pelas armas de fogo e da possibilidade de entrega”, diz Alice Ribeiro, do Instituto Sou da Paz.

EX4 nas escolas e Jovens Construindo a Cidadania


A Banda EX4 com o Projeto EX4 nas escolas em parceria com o JCC do 37° BPM/M com o Policial Fausto Alves Ramalho, visitaram algumas escolas na região do Jardim Ângela para mostrar a arte do Rock e falar contra as drogas
Escolas:
E.E Herculano de Freitas - EMEF Clemente Pastore - E.E Raul Poletto - EMEF Teresa Margarida da Silva e Orta - E.E Samuel Morse.

A 2°Cia do 37°BPM/M foi exemplo de bom policiamento e integração entre a Policia e a Comunidade



Parceria entre polícia e moradores diminui violência em bairros de SP

Na região do Jardim Ângela, crimes foram reduzidos.
Em Diadema, comerciantes reclamam instalação de base policial.

Do G1 SP


No Jardim Aracati, região do Jardim Ângela, na Zona Sul de São Paulo, um exemplo de boa convivência entre os moradores e a Polícia Militar. As crianças até sabem de cor o hino da corporação. A região era marcada por assassinatos de jovens e roubos. Mas uma parceria mudou essa realidade. Um clube esportivo da comunidade cedeu uma casa, onde passou a funcionar 2ª Companhia da PM, com 141 policiais.
“Eles combatem as drogas na porta da escola, socorre as pessoas, não é só um trabalho policial e, sim, de amigo”, diz a aposentada Maria Lavínia.
“Algumas vezes nós somos o que eles têm aqui. Eles não têm pra quem pedir ajuda e estamos nós pra dar assistência, como um caso de um senhor que estava infartando e a gente socorreu ele”, conta o soldado da PM Fausto Alves Ramalho.
A parceria entre polícia e comunidade vai além. O mesmo clube que cedeu a casa doou o terreno onde está sendo construído o batalhão da PM. Moradores e policiais é que estão ajudando a construir o prédio. “No momento que diminui a violência todo mundo sai ganhando”, diz, convencido, Arnaldo Francisco da Silva, encarregado de obra.
A parceria foi a saída também para um bairro nobre de São Paulo. Na região dos Jardins, os moradores comemoram oito meses sem nenhuma casa assaltada.


“Nós implementamos um plano de ação junto com as polícias aqui na nossa região. Fixamos pontos de monitoramento mais essenciais aqui no bairro, que tinha uma sensação de insegurança, houve a instalação de bases móveis aqui, tanto no Jardim Paulistano, na Alameda Gabriel [Monteiro da Silva], como na Avenida [Brigadeiro] Faria Lima, com a [Avenida] Cidade Jardim e esse patrulhamento, tanto de carros, quanto de motos, além dessas orientações que semanalmente são passadas pelas polícias pra Ame Jardins e repassadas para os moradores”, explica o diretor executivo da Ame Jardins, João Maradei Júnior.
ABC
Em Diadema, as elevadas estatísticas de assassinatos caíram, mas cresceu o número de assaltos. No Jardim Marilene, os comerciantes “colecionam” boletins de ocorrência. Eles reivindicam uma base comunitária no local. “Gostaria de ter uma resposta como cidadã, que pago meus impostos, gostaria de ter uma resposta das autoridades porque não tem um policiamento numa área comercial dessa?”, diz Rosa Maria Silva Correia, dona de uma banca de revistas.


O estado de São Paulo tem 94 mil policiais militares e 36 mil civis. A Secretaria de Segurança Pública (SSP) diz que os índices de violência caíram em todo o estado. Foram 1054 homicídios entre abril e junho deste ano, uma queda de 9,84% em relação ao mesmo período do ano passado (1169). No caso dos latrocínios (roubo seguido de morte), a queda foi de 21,79%.
Ainda assim, os moradores da capital paulista reclamam. “Moro na Zona Leste e lá tem muito assalto a carro, muitos barzinhos, então os ladrões estão no pedaço lá”, reivindica o auxiliar de cadastro Tiago frias.
“Eu moro em Imirim, na Região de Santana, na Zona Norte, e a delegacia mais perto é meia hora, 40 minutos a pé, não tem condução pra lá, tem que ir á pé se eu quiser ir e patrulhamento na rua eu não lembro a última vez que eu vi uma viatura passando lá”, queixa-se Adriano Pascoal.
Investir em educação
Para o promotor da Infância e da Juventude Antônio Domingues Farto Neto, o fato das drogas estarem muito baratas e de fácil acesso, fez aumentar também o número de jovens que estão se drogando, e isso faz com que eles cometam mais crimes.
“Acho que nós temos que investir em juventude, nós temos que evitar os marginais do futuro. Temos que tentar fazer com que o jovem não enverede pelo tráfico, não se sinta atraído pelo tráfico, antes que ele complete 18 anos. Porque depois que ele cai no sistema penitenciário, depois que ele pega uma pena alta, a chance de recuperação dele é muito menor”, diz Farto Neto
Para investir na recuperação de menores infratores existe hoje a Fundação Casa. Quase 60%das internações são por causa do tráfico e dos roubos. A região metropolitana de São Paulo tem 17 unidades. Em uma delas, em Osasco, metade dos funcionários é da própria instituição e a outra metade de uma ONG, bem diferente do modelo penitenciário de antes. Para o promotor, isso faz com que o olhar dos funcionários em relação ao adolescente mude, e o resultado seja muito positivo.
“Temos profissionais dedicados à disciplina e os profissionais que trabalham na área educacional. A gente tem atividade o dia inteiro, atividades profissionais, atividades de arte e cultura, esporte e o cuidado da casa também fica sob a responsabilidade deles”, diz a diretora da unidade e assistente social, Gilcélia Cristina Lopes Alvim. Segundo ela, os menores ainda contam com cursos profissionalizantes de manutenção de microcomputadores, culinária e informática.
Todo este trabalho enche de esperança quem conta os dias para deixar a Fundação Casa. “Vou ser uma outra pessoa porque hoje eu tenho uma base, meu pensamento de antes mudou. Serei o orgulho da minha família”, diz um menor.
Fonte:G1